A atriz sul-coreana Lee Soo Kyung, de 44 anos, revelou ter considerado decisões difíceis em relação à maternidade diante de sua condição de mulher solteira.
- Dramaland Brasil

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Durante uma recente aparição na televisão, a atriz compartilhou que sempre teve o desejo de ter filhos e, por isso, chegou a pesquisar alternativas como congelamento de óvulos, inseminação artificial e adoção. No entanto, acabou desistindo de todas essas possibilidades devido às limitações legais e institucionais enfrentadas por mulheres solteiras na Coreia do Sul.
Lee explicou que chegou a cogitar seriamente o congelamento de óvulos, mas destacou que o procedimento ainda enfrenta barreiras no país quando não há um casamento formal. Segundo ela, práticas como inseminação artificial também exigem, na prática, a presença de um parceiro, o que restringe o acesso para mulheres solteiras.
Sobre a adoção, a atriz afirmou que considerou a ideia com sensibilidade e responsabilidade. “Pensei que, se eu pudesse dar muito amor, não seria ruim para uma criança”, comentou. Ainda assim, desistiu do plano ao perceber os obstáculos legais e o rigor do processo para pessoas solteiras.
Embora a legislação sul-coreana tenha avançado ao permitir a adoção por indivíduos solteiros desde 2007, o processo continua mais criterioso em comparação com casais. Já os programas de incentivo ao congelamento de óvulos ainda são limitados e variam de acordo com iniciativas locais, sem uma política nacional ampla.
O relato de Lee Soo Kyung reacende o debate sobre maternidade, autonomia feminina e os desafios enfrentados por mulheres solteiras que desejam formar uma família na Coreia do Sul.


